sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Hino Oficial do Ano da Fé

A Paulus Editora apresenta o Hino Oficial do Ano da Fé

https://www.youtube.com/watch?v=lZCeXLJi3NM&feature=g-all-u

A Paulus Editora apresenta o Hino Oficial do Ano da Fé: "Credo, Domine, adauge nobis fidem" - divulgado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.
Com tradução e adaptação para língua portuguesa do Pe. António Cartageno, o hino é interpretado pelo Coro da Catedral de Lisboa e as suas crianças, com a direção musical do Prof. Luís Filipe Fernandes, acompanhados ao órgão por António Duarte, e pelos instrumentos de flauta com Alzira Trindade, clarinete por Ana Marques e trompete com Edgar Albuquerque.

Aceda à nossa página para download da partitura e audio do Hino Oficial do Ano da Fé:
http://www.paulus.pt/noticias/paulus-editora-assinala-a-abertura-do-ano-da-fe...

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Mensagem de D. Manuel Clemente de partida para o Sinodo dos Bispos

"Caríssimos Diocesanos



            1.De partida para o Sínodo dos Bispos, que decorre este mês em
Roma, deixo-vos uma breve partilha de algo que levo no pensamento e no
coração, a propósito do tema que nele será versado: "A nova evangelização
para a transmissão da fé cristã".

Comemoram-se os cinquenta anos do início do Concílio Vaticano II e abre-se o
Ano da Fé. Eu e os irmãos Bispos que comigo exercem o ministério na Diocese
do Porto, dirigimos-vos em junho passado uma Carta a este propósito,
tentando resumir a mensagem central do Concílio e do Catecismo da Igreja
Católica, radicando em Cristo o que podemos saber e devemos testemunhar
sobre Deus e a vida a partir de Deus.

 Reconhecendo a real dificuldade em assimilar toda a reflexão eclesial e as
propostas do magistério ao longo de meio século, oferecemos-vos um breve
roteiro, ou ponto de partida, para a mais fácil compreensão do todo. Estou
certo de que o aproveitareis ao longo do Ano da Fé e das Jornadas Vicariais
que o pontearão na Diocese, bem como na reflexão pessoal e comunitária. Na
verdade, a nossa sociedade requer a presença consciente e ativa dos
cristãos, só possível com a consciência mais certa e a consequência mais
justa da fé que professamos: Devemo-nos isto, a nós e para os outros.

No Sínodo terei ocasião de participar na grande partilha que faremos sobre o
tema da "Nova Evangelização", que o Papa João Paulo II em boa hora trouxe à
reflexão e à vida da Igreja. De todo o mundo virão contribuições,
alimentadas pela vida das Igrejas particulares nas diversas sociedades e
culturas. Terei também ocasião de partilhar a experiência portuense e
portuguesa, especialmente motivada pelo que tem sido feito desde a visita ad
limina de 2007, procurando "repensar juntos a pastoral da Igreja em
Portugal".

Desde esse ano também - o meu primeiro como Bispo do Porto - tenho-vos posto
a par do que se vai fazendo e refletindo a propósito, em contacto com o dia
a dia da Diocese. Basicamente, comunico-vos o que consigo assimilar do
pensamento e da ação de muitos outros - sacerdotes, diáconos, consagrados,
leigos - que procuram levar o Evangelho de Cristo aos diversos setores da
nossa vida coletiva, das famílias às escolas, das empresas às instituições,
dos hospitais às prisões, da sociedade à cultura... E são realmente muitos,
com grande generosidade e persistência, quer na vida interna da Igreja quer
na sua projeção social e caritativa.

2. Mas todos nos interrogamos sobre o modo mais correto de transmitirmos a
fé que nos move, no presente contexto sociocultural, tão profundamente
alterado em relação ao que prevalecia décadas atrás.

Na verdade, a uma vida mais concentrada territorial e mentalmente, sucedeu a
atual dispersão dos percursos profissionais e pessoais; à integração
comunitária de tradições familiares e religiosas, sobrepôs-se uma
possibilidade real ou virtual de fazer cada um o seu caminho por necessidade
ou gosto, ou a gosto induzido pelo marketing alheio... Entre muitos outros,
estes dois fatores levantam uma questão maior ao anúncio evangélico: - Sendo
a descoberta do Ressuscitado essencialmente comunitária ou comunitariamente
garantida (cf Jo 20, 26), nas famílias, paróquias e demais agregações
cristãs, como havemos de a proporcionar no atual contexto, tão disperso?

Parece-me ser este o ponto mais complexo da nossa atualidade pastoral, pois
mesmo a necessária reapresentação cultural de Cristo e do Evangelho supõe
uma real experiência comunitária que a fecunde e garanta - sendo aliás esta
a inultrapassável diferença entre a evangelização e qualquer gnosticismo
antigo ou moderno. Tenho-o aprofundado constantemente no dia a dia da
Diocese e além dela. Tenho verificado o que se vai conseguindo no quadro
paroquial e eclesial, com tanta generosidade do nosso clero e dos seus
colaboradores. Levo para o Sínodo essa experiência nossa e também a vontade
de aprender com a experiência alheia, como de tudo vos darei conta depois,
sobretudo nas Jornadas Vicariais da Fé.

3. Este tópico era também central na reflexão de João Paulo II, como o
continua a ser na proposta sinodal. Ressoam as palavras do Papa Wojtyla: "É
urgente, sem dúvida, refazer em toda a parte o tecido cristão da sociedade
humana. Mas a condição é a de refazer o tecido cristão das próprias
comunidades eclesiais" (Exortação apostólica pós-sinodal Christifideles
Laici, nº 34; citado pelo Instrumentum laboris do presente Sínodo dos
Bispos, nº 83).

Comunidades que hoje terão de ser inter-comunitárias, não só pela grande
escassez de sacerdotes, de que a nossa Diocese particularmente sofre, como
também pela aludida deslocalização física e mental a que acima aludi. É
ainda João Paulo II quem o indica, sugerindo mesmo: "a) a adaptação das
estruturas paroquiais à ampla flexibilidade concedida pelo Direito Canónico,
sobretudo ao promover a participação dos leigos nas responsabilidades
pastorais; b) as pequenas comunidades eclesiais de base, também chamadas
comunidades vivas, onde os fiéis possam comunicar entre si a Palavra de Deus
e exprimir-se no serviço e no amor [...]. Para a renovação das paróquias e
para melhor assegurar a sua eficácia operativa devem favorecer-se também
formas institucionais de cooperação entre as diversas paróquias de um mesmo
território" (Christifidelis Laici, nº 26). Este último ponto será certamente
concretizado entre nós, no incremento de "unidades pastorais" que já se
esboçam.

Com estes sentimentos e reflexões, parto e continuo convosco. Conto
sobretudo com a vossa oração pelo êxito pastoral do Sínodo dos Bispos e do
Ano da Fé.

Cordialmente,

+ Manuel Clemente, Bispo do Porto

4 de Outubro de 2012, memória de S. Francisco de Assis - que redescobrindo
Cristo reevangelizou a Europa do seu tempo"
09 de Outubro - Encontros de Reflexão Reunião 1.


Reunião 1 - 09 de Outubro


 ESQUEMA PARA A REUNIÃO 1: (09 Outubro)

ACOLHIMENTO:



Boas Vindas: Padre Lucindo


DESENVOLVIMENTO DO TEMA:  Introdução: Apresentação “Seguir jesus” 








 


- Porta da Fé introduz-nos a um caminho que dura uma vida (do Batismo até à Morte/Vida eterna);

- Passa por professar a Fé na Santíssima Trindade.

Dinâmica/trabalhos de grupo “cochicho”: Como entendemos o sinal da Cruz?
Cântico:
Em nome do Pai! Em nome do Filho!
Em nome do Espírito Santo, estamos aqui! 

Para louvar e agradecer, bendizer e adorar,
estamos aqui Senhor ao teu dispor

Para louvar e agradecer, bendizer e adorar,
e aclamar, este Hino de amor.

- Beber a água viva do poço como a Samaritana (Jo 4, 14) e alimentar-nos do Pão da Vida (Jo 6, 51);
- Realizar a obra de Deus – “crer n’Aquele que Ele enviou” (Jo 6, 29).

MOMENTO DE REFLEXÃO / MEDITAÇÃO:
Pai, Filho e Espírito Santo,
Santíssima Trindade acompanhai-nos toda a vida,
dai-nos sempre guarida, tende piedade de nós,
Pai Eterno, ajudai-nos,
Verbo de Deus, abençoai-nos,
Espírito Santo, dai-nos protecção, honra e virtude,
nunca a soberba nos ataque
e sempre busquemos a justiça, a paz e o bem,
com a Santíssima Trindade para sempre.
Amen

Compromisso:  “Não deixar de ser o sal da terra e luz do mundo (Mt 5, 13- 16)” Levar a oração da Santíssima Trindade e uma vela para rezar durante a semana na sua família e na sua comunidade.    







quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PARA REFLETIR ATÉ AO PRÓXIMO ENCONTRO (9 Outubro)









 

PARA REFLETIR ATÉ AO PRÓXIMO ENCONTRO 
(9 Outubro)





At,14,27 – “Assim que chegaram, reuniram a igreja e contaram tudo o que Deus fizera com eles, e como abrira aos pagãos a porta da fé.

1 Cor 16, 5-9 - “Irei ter convosco depois de atravessar a Macedónia; apenas passarei por lá. Talvez fique convosco, ou até passe aí o inverno, a fim de me encaminhardes para onde me dirijo. Não vos quero ver só de passagem, mas espero demorar-me algum tempo convosco, se o Senhor me permitir.
Ficarei, no entanto, em Éfeso, até ao Pentecoste, porque se abriu ali uma grande porta à minha atividade”

(cf. Rm 6, 4) -  Pelo Batismo fomos, pois, sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova.”






1. Qual a diferença, que nos parece existir, entre a atitude de S. Paulo e a nossa?


2. Que poderíamos mudar na nossa vida, de hoje em diante, para nos aproximarmos do seu zelo apostólico?